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terça-feira, 10 de maio de 2011

A ÁGUIA E A GALINHA


A Águia e a Galinha

Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Coloco-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:

- Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.

- De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha. Ela não é mas uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.

- Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar ás alturas.

- Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:

-Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe!

A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou:

- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

- Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia.

E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe!

Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.

O camponês sorriu e voltou à carga:

- Eu lhe havia dito, ela virou galinha!

- Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma ultima vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.

Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergue-se, soberana, sobre se mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...

E Aggrey terminou conclamando:

- Irmãos e irmãs, meus amigos! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos . Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar.

(Autor: Leonardo Boff)

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Grande abraço
Luis Esteves

quarta-feira, 23 de março de 2011

NUNCA DEIXE DE TENTAR


No futebol, portanto, o jogador deve desenvolver-se em equipa, sem ser reduzido à equipa. E assim o treinador, nos seus momentos de reflexão, poderá levantar, no mais íntimo de si mesmo, esta questão: qual o tipo de pessoa que eu quero que nasça dos jogadores que lidero? Reside aqui, no meu modesto entender, o momento essencial do treino.

MANUEL SERGIO





NUNCA DEIXE DE TENTAR


O MEDO É UMA ILUSÃO

Não fico pensando nas consequências de errar um arremesso decisivo. Por quê? Porque quando pensamos nas consequências, sempre imaginamos um resultado negativo.

Se vou me atirar num lago, mesmo que não saiba nadar, penso que serei capaz de nadar, nem que seja apenas o suficiente para sobreviver. Não vou pular e ficar pensando comigo mesmo: "Acho que posso nadar, mas talvez em me afogue."

Se estou mergulhado em uma situação, mentalizo que vou ser bem sucedido. Não fico imaginando o que vai acontecer se eu fracassar.

Posso entender porque algumas pessoas se deixam paralisar pelo medo do fracasso. São influenciadas por companheiros e colegas ou pela ideia de um resultado negativo. Podem ter medo de fazer feio, ou de ficar constrangidas. Mas isso, para mim, não basta.

Eu conclui que para conseguir algo em minha vida, precisava ser agressivo. Tinha que ir a luta e brigar por aquilo. Não acredito que seja possivel conseguir qualquer coisa com uma atitude passiva. Sei que para algumas pessoas o medo pode ser um obstáculo, mas para mim não passa de uma ilusão.

Uma vez que esteja envolvido não penso em nada que não seja o que eu quero conquistar. Qualquer medo é uma ilusão. Você acha que há algo atrapalhando seu caminho, mas na verdade não há nada ali. O que existe é uma oportunidade para você fazer o seu melhor e obter sucesso.

Se, no fim, meu melhor não for o suficiênte, pelo menos poderei olhar para trás e dizer que eu não tive medo de tentar. Talvez eu não fosse bom o bastante. Mas não há nada de errado nisso, e não há nada a temer. O fracasso sempre me levou a tentar com mais entusiasmo na vez seguinte.

Por isso meu conselho sempre é "pensar positivo" e buscar em cada fracasso o "combustível" para uma nova tentativa. Às vezes o insucesso nos deixa mais perto de onde queremos chegar. Se estou tentando consertar um carro, toda vez que faço algo que não funciona, fico mais perto de encontrar uma solução. As grandes invenções do mundo foram procedidas de centenas de fracassos antes que as respostas certas fossem encontradas.

Às vezes acho que, no esporte, o medo vem da falta de foco ou de concentração. Se no momento de um aremesso livre, diante da cesta, eu imaginasse os milhões de pessoas que assistiam à minha jogada pela TV, jamais teria conseguido fazer alguma coisa.

Assim, mentalmente, procurava me colocar num ambiente familiar.  Pensava nas infinitas cestas que já tinha feito com os mesmos movimentos e usando a mesma técnica.

Portanto esqueça o resultado. Você sabe que esta fazendo a coisa certa. Relaxe e execute. A partir daí você não está mais no controle. Esta fora das suas mãos, então não se preocupe mais.

Não é muito diferente de apresentar um projeto no mundo dos negócios ou um trabalho na escola. Se você fez tudo o que era necessário, não depende mais de você. Gostar ou não da apresentação depende apenas do cliente, do comprador, ou do professor.

Posso aceitar a derrota. Todos nós falhamos em alguma coisa. O que não posso aceitar é não tentar. É por isso que não tive medo de me arriscar no beisebol. Não posso dizer: "Bem, não vou fazer isso porque estou com medo de não conseguir entrar para o time." Isso, para mim, não basta. Não importa que você vença ou não, desde que dê tudo o que há em seu coração e se empenhe 110% naquilo que está fazendo.

O medo é uma ilusão.
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Grande abraço.
Luis Esteves

terça-feira, 2 de março de 2010

O PODER DAS EMOÇÕES

"Não me entrego sem lutar
tenho ainda coração
não aprendi a me render
que caia o inimigo então".
Legião Urbana
Metal contra as nuvens



Hoje vou falar sobre um assunto em que não colocarei nenhuma referência literária, vou apenas expressar minha opinião empírica, obtida nestes poucos anos como treinador e ser humano, nos campos e fora deles. Vou falar sobre isso pois vejo que muitas pessoas estão acessando este blog, e na sua maioria procuram informações científicas, procuram métodos que possam seguir, princípios e fundamentos palpáveis para chegar a determinado ponto, para atingir determinado objetivo. Periodização Tática está ligada profundamente ao fenômeno José Mourinho, pois foi ele quem à colocou na mídia, muito embora outros treinadores antes dele já a utilizassem, foi ele, com suas vitórias em sequência que alavancou esse pensamento de treino, e muitos ao ver estes resultados, estas conquistas todas em tão pouco tempo querem segui-lo, querem imita-lo, inconscientemente com a ideia de que terão o mesmo sucesso.



Mourinho é um acadêmico, é um professor, e em suas entrevistas sempre pregou a sustentabilidade de sua metodologia a alguns pontos científicos, a estudos, a ideias, a princípios técnicos e pedagógicos, porém, na minha opinião o que o torna diferenciado não é isso, e sim como lida com as emoções, para mim é esse o responsável pelo sucesso deste treinador. Digo isso baseado não apenas nele, mas em como vejo as coisas acontecendo a minha volta e nos meios de comunicação. Acima de tudo, Mourinho é um apaixonado, e paixão é uma emoção, Mourinho é apaixonado pelo que faz, faz bem exatamente por isso, sabe fazer, mas poderia saber, e não ser apaixonado, mas ele é, a paixão nos leva ao perfeccionismo, ao cuidado, a disciplina, ao querer fazer.

Vamos mais longe, pois o importante aqui não é o Mourinho, e sim as emoções que ele gera e que ele domina, ao assistir Inter x Chelsea, pela Copa dos campeões esses dias vi ele, ao fazer um gol aos 3 minutos do primeiro tempo, com Milito, não comemorar, fazendo apenas um biquinho sentado no banco de reservas, mas tenho certeza absoluta, naquele momento, após 3 eliminações consecutivas, jogando contra seu ex-clube, aos 3 minutos de jogo, em casa, com o estádio lotado, tenho certeza que ele queria explodir, como fez aquela vez contra o Barcelona no Nou Camp, em que deu uma deslizada de joelhos na grama. Mas não, ele ficou quieto, ele dominou a sua emoção, pois estravasa-la ali poderia gerar outras emoções que talvez ele alí achasse desinteressante.

Cheguei nesse assunto porque fiz uma reflexão sobre minha equipe ano passado, e ganhando poucos jogos, em comparação ao ano anterior em que estivemos em várias decisões, conclui que, o diferencial entre minhas equipes foi esta, a emoção, ou as emoções. Todos nós precisamos de metas, e além disso, precisamos acreditar nas metas, e querer chegar nelas. para isso é necessário um envolvimento com o processo, uma paixão, ambição, inspiração, precisamos de gasolina para movimentar nossa pessoa complexa, e esse combustível é a emoção.

Vamos a um exemplo, quem quer jogar de graça em um time da Nova Zelândia?

A princípio, eu não iria querer, ainda mais se fosse Rúgby, mas tem gente que quer, e vou mostrar no vídeo abaixo:


Quando comecei a ver este vídeo, achei muito estranho, as emoções que tive foram de alegria, eu achei graça, ri, achei estranho, porque não estou inserido na cultura desses jogadores, mas após entender porque fazem isso, o porquê tem este ritual, consegui perceber o porquê que esta equipe é mais do que uma equipe, é uma lenda. Agora imagina você fazendo isso em frente ao adversário e os caras parados olhando, gera medo, ou imagine você alí no meio é emoção transbordando pelos ouvidos, gera inúmeras emoções, uma motivação muito forte.

É apenas um exemplo, eles jogam não por dinheiro ou algo material, lógico que isso importa, mas jogam porque querem, e porque defendem uma cultura, o estádio inteiro pára para ouvir as frases e a dança dos jogadores, é algo que está acima do treino, acima das preleções, acima dos sistemas de jogo, é o algo a mais.

Michael Jordam coloca no inicio do seu livro " Dedico este livro aos meus amigos mais próximos e a minha família, pela inspiração e apoio que me proporcionaram. E aos meus pais, pelo amor e pela orientação que me ofereceram ao longo de toda a minha vida. Eles são a minha verdadeira fonte de inspiração."

Mais uma vez estão subliminarmente colocadas as emoções, quem viu Michael Jordam jogando achava que era um fenômeno, e de fato era, porque dominava suas emoções, e porque era um apaixonado, pelo treino e tinha como forte fonte de inspiração seus laços familiares. Diversas vezes fala sobre o medo de errar, o medo do fracasso, de como não pensava nisso, mesmo que tivesse isso em sua cabeça. É a inteligência emocional. Seria injusto se não citasse Ayrton Senna, Luis Felipe Scolari, dentre outros que não me lembro agora.

Portanto pra finalizar se eu tivesse que apostar em uma equipe para ser a campeã apostaria na melhor treinada, na que conseguir dominar melhor as emoções do jogo, e na mais apaixonada pelas suas metas, na que faz da equipe mais do que uma equipe, uma família, acho que, claro, com o talento, e esses ingredientes qualquer equipe é a campeã.

Abraço

Luis Esteves

la_futeboll@hotmail.com

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

PRELEÇÃO

Vídeo que utilizamos no último jogo da 3ª fase, onde precisávamos ganhar fora por 3 gols de diferença, e torcer pelo Internacional (já classificado) em um jogo paralelo, ganhar por 2x0 do Garibaldi, no Beira - Rio...perderam por 1x0. (Também quem mandou nossa equipe não pontuar em outros jogos chave, classificou Inter e Garibaldi).

Ganhamos por 4x0, mas não classificamos....quem diria heim Inter, hoje precisam de uma vitória paralela do Grêmio ..hehehe..esse futebol é uma figura mesmo.

Voltando ao vídeo, é básico, simples e feito no Movie Maker, sinceramente acho que vídeos motivacionais não ganham o jogo, mas ajudam, estimulam, motivam, agem de certa forma como marcadores somáticos, ou relembram situações que podem nos interessar ou não.

Acho interessante colocar esse vídeo, porquê está dentro da realidade da maioria dos profissionais que entram neste blog, que não contem com programas melhores de edição, então, faça o seu vídeo.

Pensamos na época em colocar gols da equipe, mas ficamos sem os DVD´s e não deu pra fazer, mas era uma idéia. Usamos este vídeo no vestiário do Cristo Rei - São Leopoldo, estádio do CE Aimoré, um pouco antes do aquecimento, com um projetor, mas pode ser feito em um computador ou até mesmo com uma TV em DVD.

Um abraço

Luis Esteves

la_futeboll@hotmail.com

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A HIPÓTESE DOS MARCADORES-SOMÁTICOS




Preleção (há quem diga, porém não confirmado) , final da copa do Brasil 2009. Excelente edição feita pelo SC Corinthians / Nike. De fato, motivante, nada como chegar ao final de um caminho, e lembrar de todas as dificuldades superadas no percurso. Esses sucessos, no caso do vídeo (que gera uma retrospectiva), acabam por ficar gravados no cérebro, gerando uma constante auto-confiança, um reforço cumulativo, que acaba por gerar um espírito emocional muito forte. Embora a teoria dos marcadores-somáticos levem em consideração as escolhas anteriores negativas, como fator de eliminação de opções em determinada situação decisional, acredito que os fatores positivos gerem uma reação parecida, principalmente como uma pré-ativação, no caso do modelo de jogo por exemplo. Você tem um modelo, atingiu o sucesso assim, foi gerada uma sensação positiva, então, você quer novamente essa sensação positiva, portanto realiza este modelo de jogo novamente.



"Reforçando este pressuposto, António Damásio (1994, 2003) demonstra que o resultado da experiência condiciona as antecipações e decisões futuras através do que designa de “marcadores- somáticos”. De acordo com este autor, através deles existe o registo emocional das decisões ou seja, os efeitos da decisão provocam determinadas emoções que podem ser positivas ou negativas e que vão ser associadas à decisão que a originou. Desta forma, quando nos confrontamos com uma situação semelhante, a memória vai ajudar o cérebro associando a decisão ao respectivo estado emocional, que pode ser positivo ou negativo. Face a isto somos direccionados a repetir decisões e experiências que motivaram os estados positivos e a evitar o que se associa aos estados negativos. Procura-se optimizar as decisões futuras em função do passado, regulando as escolhas para o que nos levou ao sucesso."


(GOMES,2006 Página 39)



"As emoções têm um papel decisivo na concentração e por consequência na aprendizagem, devido aos marcadores somáticos, mas também na formação das intenções inconscientes condicionando fortemente as tomadas de decisão. "


(CAMPOS,2008 Página 12)



"Quando lhe surge um mau resultado associado a uma dada opção de resposta, por mais fugaz que seja, você sente uma sensação visceral desagradável. Como a sensação é corporal, atribuí ao fenômeno o termo técnico de estado somático (em grego, soma quer dizer corpo); e, porque o estado ”marca” uma imagem, chamo-lhe marcador. Repare mais uma vez que uso somático na acepção mais genérica (aquilo que pertence ao corpo) e incluo tanto as sensações viscerais como as não viscerais quando me refiro aos marcadoressomáticos."



"Qual a função do marcador-somático? Ele faz convergir a atenção para o resultado negativo a que a ação pode conduzir e atua como um sinal de alarme automático que diz: atenção ao perigo decorrente de escolher a ação que terá esse resultado. O sinal pode fazer com que você rejeite imediatamente o rumo de ação negativo, levando-o a escolher outras alternativas. O sinal automático protege-o de prejuízos futuros, sem mais hesitações, e permite-lhe depois escolher entre um número menor de alternativas. A análise custos/benefícios e a capacidade dedutiva adequada ainda têm o seu lugar, mas só depois de esse processo automático reduzir drasticamente o número de opções. Os marcadores-somáticos podem não ser suficientes para a tomada de decisão humana normal, dado que, em muitos casos, mas não em todos, é necessário um processo subseqüente de raciocínio e de seleção final. Mas os marcadores-somáticos aumentam provavelmente a precisão e a eficiência do processo de decisão. Sua ausência as reduz. Essa distinção é importante e pode com facilidade passar despercebida."


DAMÁSIO (1996, Página 199)

Abraço

Luis Esteves

la_futeboll@hotmail.com


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



CAMPOS, Carlos César Araújo. A Singularidade da Intervenção do Treinador como a sua«Impressão Digital» na… Justificação da Periodização Táctica como uma «fenomenotécnica». Monografia de Licenciatura apresentada na Faculdade de Desporto da UP - Porto. 2007, 102.p.


GOMES, Marisa Silva; Do Pé como Técnica ao Pensamento Técnico dos Pés dentro da Caixa Preta da Periodização Táctica - Um estudo de caso - Monografia de Licenciatura apresentada na Faculdade de Desporto da UP - Porto. 2006, 111 p.


DAMÁSIO, Antonio R; O erro de Descartes emoção razão e o cérebro humano / tradução portuguesa Dora Vicente e Georgina Segurado — São Paulo Companhia das Letras 1996. 330 Páginas.