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sábado, 30 de abril de 2011

FRASES - JORGE VALDANO

También al fútbol lo atacó el bacilo de la eficacia y hay quien se atreve a preguntar para que sirve jugar bien. Resulta tentador contar que un día osaron preguntarle a Borges para que sirve la poesía y contestó con más preguntas: ¿Para que sirve un amanecer? ¿Para que sirven las caricias? ¿Para qué sirve el olor del café?Cada pregunta sonaba como una sentencia: sirve para el placer, para la emoción, para vivir.

Jorge Valdano


“Todo equipo que trata bien al balón, trata bien al espectador.”

“Los que juegan mal al fútbol consideran que el balón es algo secundario.”

“No se debe jugar al fútbol a hacer faltas, pero hay faltas que no se pueden dejar de hacer.”

“Algunos jugadores sobre el césped lo hacen tan sencillo como si estuvieran en el salón con las zapatillas de estar por casa.”

“El mejor constructor de un estilo de juego es el tiempo.”

“¿Un rival sin interés atacante? Es como hacer el amor con un árbol.”

“Si un entrenador tiene un jugador que es un genio, está en el banquillo; sin embargo si éste está en el equipo contrario trata de ponerle varios candados para que no se desarrolle su juego.”

“Un equipo es un estado de ánimo vertebrado en el compromiso. El entusiasmo es contagioso. La tristeza también. Con el primero se consiguen adeptos. Con la segunda se consiguen desertores.”

“El estilo se consigue robándose a si mismo”



“Los ganadores aprenden los perdedores se quejan”.

“El conservadurismo y el aburguesamiento conducen a la mediocridad.”

“El entrenador propone y el jugador dispone, pero los límites que impone la táctica son cada día más carcelarios para la expresión de los nuevos talentos. Lástima.”

“Todo equipo que trata bien el balón, trata bien al espectador.”

“El balón es redondo en todos los sitios pero en algunos países se le trata mejor que en otros. El fútbol holandés es una escuela ambulante a la que hay que robarle ejemplos”. Holanda cultiva fútbol.

“Los viejos entrenadores decían que: “hay que dejar que el trabajo lo haga el balón”, concepto que suele olvidarse. Ahora trabaja el jugador, que primero le entrega el balón al rival y luego lo presiona. Que divertido.”

“El fútbol es hermoso si se juega pensando”.

“En la órbita del fútbol son también muchos los que roban información del cajón del ganador y pocos los que indagan caminos nuevos”.

“Estamos tan preocupados con el ganar y el perder que a veces nos olvidamos de lo importante: jugar”.

“El entrenador es un especialista de los jugadores que están a sus órdenes”.

“El medio del campo se parece a los pueblos pequeños: todos se conocen y nadie se anima a desafiar lo correcto”.


“Los ganadores aprenden, los perdedores se quejan”.

“Un equipo es sobretodo un estado de ánimo”.

“Si nos altera la victoria, es que no servimos para hacer grandes cosas”.

“Hay jugadores que respetan el talento, pero lo empiezan a valorar una vez cumplidas todas las obligaciones”.

“Los jugadores son soldados rasos que tienen que cumplir un plan: Si después de tender la cama, fregar el piso y hacer la instrucción para no salirse del lugar el día del desfile, uno tiene tiempo y ganas de ser artista, hay permiso. Y luego se quejan de que no tienen libertad”.

"Ganar queremos todos, pero sólo los mediocres no aspiran a la belleza. Es como pretender elegir entre un imbécil bueno o un inteligente malo.”

“El libro de quejas no hay que pedirlo nunca delante del periodismo”.

“Dos esforzadísimos guardianes que, de tanto rodear la casa se olvidaban de vigilar la puerta, y por ahí se colaban ladrones".

“Estando la casa en orden todos se sienten libres, para moverse”.

“Sigo creyendo que el individuo es el arma de desequilibrio más sotisficada de cualquier equipo”.

“Buscar el triunfo de cualquier manera es fracasar en la vida. Sin dignidad no existe nada”.

“Ya sabemos que el que defiende con muchos pierde por poco. También sabemos que al que empata no lo echan. Sabemos tanto que esto se está llenando de 0 a 0 y vaciando de espectadores. ¿No estaremos exagerando con tanta inteligencia?”

“Para los profesionales, el fútbol debería ser un trabajo durante la semana y un espectáculo el día de los partidos. Pero desde hace algunos años, la voracidad periodística integró los entrenamientos al espectáculo, restándole misterio al fútbol, libertad a los jugadores y autoridad a los entrenadores”.

“Darlo todo no es suficiente”.

“Ni los tiburones en una jaula, ni los leones en una pecera. Las cosas en su lugar”.

“Hay que favorecer la ley del más bueno, no la del más fuerte”


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Grande abraço
Luis Esteves
la_futeboll@hotmail.com

domingo, 10 de abril de 2011

ELEGÂNCIA SOB PRESSÃO ... O BOM FUTEBOL

"Se é para ser atropelado, que seja então por uma Ferrari."
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Cruyff ao comentar a derrota do FC Barcelona
para o São Paulo FC de Telê Santana
no mundial interclubes


Venho acompanhando e admirando a bastante tempo as colunas e comentários do professor Paulo Roberto Falcão, tanto na ZERO HORA, quanto em seus comentários em jogos e programas esportivos na Globo, além da Rádio.

Partilho a mesma ideia de futebol que Falcão,  a qual ele vem disseminando na mídia brasileira com a autoridade que tem , sobre um futebol diferente,  não desconhecido por nós brasileiros, um Futebol Arte, porém uma Arte Organizada, uma Arte contextualizada, uma arte com lugar para improviso, mas não uma arte improvisada.

Paulo Roberto Falcão foi um jogador de classe, um verdadeiro jogador, e consequentemente hoje é um homem de classe, não o conheço pessoalmente, mas minha impressão é esta, de uma pessoa que sabe valorizar o processo, mais do que o resultado, assim como Guardiola, os dois para mim são muito parecidos, tanto em sua portura como as idéias sobre o jogo de futebol.

Lembrei a pouco tempo um detalhe fundamental: Falcão foi treinado por Telê Santana. Lógico que não quero e nem devo atribuir a ideia de jogo deste grande profissional a apenas um treinador, já que ele também foi treinado pelas lendas Ênio Andrade, Rubens Minelli e Abílio dos Reis, portanto seria um crime dizer que somente Telê influenciou suas ideias sobre o jogo, mas acredito muito que este tenha sido um dos principais mentores de Falcão. Isso nos mostra a importancia das pessoas que surgem nos contextos da nossa vida, iremos ser influenciados e iremos influenciar todos que passarem em nosso caminho.
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Confesso que assisto ansioso o desfecho de mais uma possibilidade de assumir um grande clube, com jogadores capazes de realizar os conceitos que Falcão vem pregando nos meios de comunicação. Vejamos alguns conceitos seus:
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ZERO HORA - DOMINGO, 10 DE ABRIL DE 2011


" Volantão não me dá alegria "

Algumas opiniões expressas pelo técnico em sua coluna diária em ZH nos anos de 2009, 2010 e 2011
TRÊS ATACANTES

26/06/2010

"Foi boa a atuação de Nilmar (...). Seria interessante se Dunga o mantivesse no time contra o Chile, mesmo com o retorno de Robinho. E nem seria ousadia demasiada: várias seleções estão atuando com três atacantes. Principalmente as mais bem sucedidas."

20/11/2010

"O mais importante, porém, é o posicionamento do ataque ( da seleção brasileira ): três homens na frente, com os pontas bem abertos. Este posicionamento obriga a defesa adversária a abrir."

TEORIAS

30/05/2009

"Tenho um pé atrás sobre este tipo de motivação ( com vídeos ). Funciona pontualmente num grande jogo, mas não pode ser usada a todo momento."

25/10/2009

"Iria para o campo com uma alternativa pensada para o caso do adversário sair a frente."

24/06/2010

"Ousadia e inovação são imprescindíveis."

1ª/09/2010

"Se tivesse no lugar do Renato esta noite ( de jogo do Grêmio ), no momento em que as portas do vestiário fossem abertas diria: - Guris entrem lá e se divirtam."

CRIAÇÃO DE JOGADAS

23/03/2011

"Não é possível que equipes de primeira grandeza do futebol brasileiro tenham apenas um jogador capaz de organizar jogadas de ataque. Por que os laterais não armam? Por que os jogadores de outras posições não fazem este trabalho?"

POSICIONAMENTO E COMPACTAÇÃO

12/08/2009

"Não pode haver mais do que 30 metros entre os zagueiros e o centroavante."

2/4/2011

"O segredo é compactar. Se diminuir a distância entre os teus zagueiros e os teus atacantes, o trabalho de todos fica mais fácil para atacar e defender. Jogadores mais próximos evitam buracos entre os setores."

3/4/2011

"(...) É preciso que a equipe se posicione bem em campo e que a defesa não fique muito atrás, para que os jogadores da frente possam efetivamente ocupar espaços e forçar o erro dos adversários. (...) Ninguém precisa de muitos volantes para ter segurança."

DEFESA E MARCAÇÃO

23/1/2009

"Times com volantão não me dão alegria."

8/8/2009

"Não fazer falta é também uma forma de correr menos risco."

"Uma equipe pode muito bem organizar um esquema defensivo resistente apenas com sete jogadores."

26/2/2010

"Gosto de marcador com saída de bola. E, principalmente com visão de jogo."

23/6/2010

"Até admito que um time mais frágil jogue fechado, mas não que renuncie a qualquer possibilidade de atacar."

10/9/2010

"Marcar não é só dar carrinho. Marcar é também cercar o adversário, pressiona-lo para que erre o passe, corres atrás dele para que não avance sem preocupação."

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

O PASSADO NO JOGO

Falcão tem uma coisa importante, que pode lhe assegurar o tempo necessário para fazer nascer um futebol de qualidade: o seu passado como jogador e como comentarista. Este passado lhe dá crédito com o público e com a mídia. Este crédito lhe dá tempo, mesmo que inicialmente tenha maus resultados ( e deverá ter) pois esta proposta de jogo, até ser comprada pelos jogadores, leva certo tempo, leva alguns treinos também, e algumas correções, que passado o tempo da desconfiança (esta reduzida pela qualidade do passado do treinador) acaba por chegar no ponto ideal: Grandes apresentações respaldadas por vitórias e títulos.

PROCESSO X RESULTADO

Neste ponto para mim nasce o problema da nossa sociedade, em sua maior parte: A valorização do resultado acima do processo. Me lembra aquela frase do Maquiavel que dizia: "Os fins justificam os meios" , não importa como, mas precisa-se ganhar. Porém esta frase serve também para os que valorizam mais o processo, tudo depende da interpretação.

Ganhar é bom, é melhor do que perder, porém todos ganham e todos perdem, alguns ganham mais, outros menos, mas o importante não é isso, ou pelo menos, vem sendo cada vez menos importante ganhar a qualquer custo.
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O TEMPO

Outra coisa que me preocupa é o tempo. O tempo em sí não existe, mas existe o tempo do contexto, e esse é imprevisível, então alguns treinadores precisam de mais tempo do que outros, e alguns treinadores tem mais tempo em crédito do que outros, isso é uma herança do passado que se tem ou não, dentro de qualquer área. A torcida brasileira, em especial a gaúcha não dá tempo a alguns treinadores, mas neste caso, assim como no caso do Renato Portalupi a coisa é diferente.

O mais importante é: dar tempo para que as ideias do treinador sejam interpretadas de uma forma positiva pelos jogadores, e isso implica em resultados lógico, é fundamental que, para haver crença, na nossa cultura, existe os resultados, mas também é fundamental entender que é necessário dar tempo para que o modelo se desenvolva, nem sempre os componentes de determinado sistema num determinado momento são os suficientes para gerar um sucesso imediato, porém a interação destes componentes irá gerar o surgimento de novos componentes que irão tornar este sistema cada vez mais forte para determinada atividade, aqui no caso o jogo de futebol, o problema sempre é a quebra do processo, eis ai a importancia do tempo.

A NOSSA CULTURA

Outro assunto interessante é a cultura em que estamos inseridos, isso sempre gera discussões interessantes. Se pegarmos as diversas culturas dos povos humanos, e até mesmo de outras espécies veremos que existem contradições nas crenças de valores, as vezes totalmente opostos. Quando determinado elemento vem de uma outra cultura, com outras crenças, ele acaba por vezes sendo testado, se obtem sucesso, suas ideias passam a modificar a cultura local e a tendência é ser copiado. Hoje isso ocorre seguidamente pelo avanço dos meios de comunicação.

Isso no futebol pode ser exemplificado pelo avanço das estruturas de jogo. Quando Herbert Chapman resolveu criar o WM, inicialmente teve empecilhos, mas como conseguiu sucesso, o que ocorreu é que ele acabou modificando toda uma cultura que até então utilizada basicamente o sistema Piramidal. É muito interessante como estas coisas acontecem, o problema hoje, diferente dos tempos de Chapman por exemplo é que vivemos na era da velocidade.

Hoje o melhor é o mais rápido, isso vale para a maior parte dos setores da vida diária, faz parte da filosofia da sociedade moderna em sua maior parte, exatamente pela questão do resultado, queremos chegar logo nele pra ver se foi bom ou ruim o processo, ou seja é uma inversão de valores.

Pego um exemplo da vida diária: o nascimento de uma criança. Quando descobre que está grávida logo a mãe inicia um processo, que contém muitos elementos, dentre eles a ansiedade em ver o filho, tocar nele etc... se houvesse a possibilidade de fazer com que a criança nascesse com uma semana todos fariam isso, porém precisam esperar 9 meses, em média, para que o processo todo de formação seja concluido. É a natureza, as equipes são parecidas, o processo é parecido, quando ela começa é informe, é desnivelada, é desequilibrada, porém, se bem guiado o processo, algum tempo depois ela estará maior, e assim será até chegar no seu auge, e um dia irá acabar também, como todos os processos da vida.

No final das contas é como diz minha amiga Isabel Osório citando o professor Vitor Frade... é a vertigem da pressa. Segundo ela citando Newton, e sua lei na inércia, quanto mais eu acelerar, mais dificuldades tenho em parar.


APRENDENDO COM OS MAIS VELHOS, O ERRO DA JUVENTUDE

Assunto interessante também é o velho e o novo. Antigamente os mais velhos, em outras culturas, eram idolatrados pelos mais novos, o respeito era muito grande, pois os jovens sabiam que a sabedoria estava com os mais velhos, aprendiam através de conversas e observações. Hoje estamos na era dos prodigios, pessoas muito jovens que já nascem sabendo tudo. Temo muito por isso por dois motivos: 1 - Os jovens, e me incluo neste grupo, tem uma tendência grande a ansiedade (conectando a palavras anteriores) e uma tendência a baixa reflexão, talvêz pelo pouco conhecimento sobre as questões, a chamada experiência. 2 - A desvalorização dos mais velhos, hoje raramente se vê pessoas sentadas conversando com os idosos, escutando as histórias, é uma troca de conhecimento que já não se tem mais, ao invêz disso o que as pessoas fazem? compram livros. As vezes o conhecimento esta do lado, mas buscamos outras fontes, sendo que a melhor delas é a de quem viveu o momento. Quando fiz meu trabalho de conclusão de curso, sobre desenvolvimento das estruturas de jogo no futebol, a principal fonte foram os depoimentos das pessoas que viveram as situações. Portanto precisamos valorizar os antigos, não podemos quebrar esta rede da vida, o conhecimento vem dela, vem do empirismo, a ciência nasce daí, é uma tremenda ignorância da juventude querer excluir os mais velhos, pelo contrário, devemos sentar e escutar.
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Quanto ao Falcão, desejo muito boa sorte, ao final desta postagem ele já esta praticamente acertado com o SC Internacional, e inicia seus trabalhos terça-feira. Começa aqui minha torcida pelo seu sucesso, pois sei que se acontecer irá influenciar todo aquele contexto, e por osmose todas as pessoas irão ser contagiadas por esta filosofia de jogo, que é, na minha opinião a mais propicia ao espetáculo do jogo. falcão, um grande abraço e uma última frase: Elegância sob pressão, nada mais que isso.
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  O BOM E VELHO TELÊ SANTANA
ESSE NUNCA DEIXOU DE ACREDITAR
UMA ORAÇÃO AO BOM FUTEBOL

Agradeço ao professor Diego Gomes, grande amigo, que mesmo sem saber que eu estava escrevendo este texto, me enviou este vídeo.

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SITE - GLAUBER CALDAS

Indico aos amigos do blog o site do professor Glauber Caldas, sobre futebol e seus diversos assuntos, de fato um profissional de grande qualidade. Para acessar basta clicar no banner.

Abraço professor
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Grande abraço
Luis Esteves

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

PROFESSOR RAFAEL VIEIRA


Quem vê uma foto como essa pode deixar passar desapercebido um ou outro integrante da comissão técnica, até por quê a atenção maior normalmente é para o treinador, dono da última palavra nas definições da equipe, mais atenção ainda recebe esse treinador quando é o treinador da maior seleção do mundo.

Bom, mas para alguns que conhecem as pessoas presente na foto, certamente à mesma gera alegria ao ver profissionais trabalhadores que por muitos anos estiveram em clubes pequenos, até mesmo escolinhas, chegando no topo do mundo, o top.

O professor Rafael Vieira, ao qual fui atleta lá por 1996/97 mais ou menos, no pequeno C.E.Aimoré, juvenis (se não me engano), no qual me lembro bem do local, campo, estrutura, jogadores, era tudo muito humilde e difícil, como sempre é nesses clubes, como é no meu atual clube, mas mesmo assim as pessoas que estavam envolvidas lá fazia um bom trabalho, ou seja, não é a toa que as coisas acontecem. O próprio Mano Menezes, que segundo relatos de sua filha passou um ano desempregado, recebendo diversos convites fora da área para a sustentação pessoal, treinou equipes inexpressivas, até mesmo equipes não competitivas, para mim isso é a prova maior da busca do conhecimento, que está a disposição de todos, basta saber perceber e absorver.

Parabéns Rafael, do Montserrat para a seleção, desejo a você toda a sorte do mundo cara, aliás, começou bem esse time, com a velocidade coletiva que o bom futebol merece ter. As peças certas no lugar certo é quase que certeza de sucesso.

Um Grande abraço!
Espero lhe encontrar em breve na cdd

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O CAMUNDONGO MEDROSO

Diz a fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.



Um mágico teve pena dele e o transformou, então, em gato!


Mas aí ele ficou com medo de cão


Por isso, o mágico o transformou em pantera.


Então, ele começou a temer os caçadores.


A essa altura, o mágico desistiu.


Transformou-o em camundongo novamente e disse:


- Nada que eu faça por você vai ajudá-lo porque você tem apenas a coragem de um camundongo.

 
 
Grande abraço
Luis Esteves
la_futeboll@hotmail.com

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

FC BARCELONA - MAIS QUE UM TIME, UMA FILOSOFIA DE FUTEBOL

O fato é que o Barcelona entrou para a história, ganhou tudo o que se tem para ganhar em uma temporada, absolutamente tudo, e jogando bem. Este é o detalhe. Nunca mudou sua filosofia, nunca, nem mesmo nos piores momentos como na final em Adu Dhabi.

Um 4.3.3 legítimo, com dois meias, quem joga assim hoje? torço para que, como tudo no futebol historicamente, tenhamos uma maré de 4.3.3 nas equipes brasileiras, com dois meias, um volante, atacantes de ponta e um futebol ofensivo, em que joga-se para ganhar e não para não perder, alguns podem dizer, mas não tem Henry, Messi, mas digo, Mano Menezes fez o mesmo com Dentinho e Jorge Henrique, então, dá. Ou vai me dizer que Pedro é um craque? não, só é bem treinado, é um bom jogador bem treinado, eis a questão.


Viva o 4.3.3, viva a posse de bola, viva o Barcelona, viva o futebol que joga para ganhar.


Um abraço

Luis Esteves

la_futeboll@hotmail.com